Prisioneiro por vontade!

É assim que me defino

Prisioneiro de um destino

Que me rói a mocidade.

 

Que vai levando meus anos

Em sombrios pensamentos

Dispersos por mim aos ventos

Em eternos desenganos.

 

Tantas noites de loucura

Perdido na imensidão

De licor  e taças cheias...

 

Oh Amor és sepultura

De um homem que já não

Se enreda em tuas teias!

 

 

 

 

 

sinto-me: mórbido
publicado por Luis Linhares às 02:56