Não sei quem sou, e ainda assim
Vivo na consciência de me ser
Eu sei que vivo...ou que penso viver
Que existo nas incertezas de mim...

Não sei quem sou...Existência vivida?
O que me importa?...Eu sou o que me sinto
Coruja alada, na noite proibida
A arder nas loucas voltas do absinto!

 

A D.F.

publicado por Luis Linhares às 16:08