São obscuros os teus domínios

E, agoniantes, as urzes que te cobrem

Definham como um poente de amarguras

As rosas que outrora perfumavam

Essas avenidas.

 

Nessa casa, pousam os corvos

Repicam sinos na noite

Na mansão de fantasmas povoada

A tua alma é uma porta fechada

Onde mora um Diabo desfigurado.

publicado por Luis Linhares às 14:03